quarta-feira, 23 de dezembro de 2015



23 de dezembro de 2015 | N° 18394 
MARTHA MEDEIROS

Tudo isso e mais um feliz Natal


Que você consiga desgrudar das redes sociais, que dê uma longa caminhada sem que seus joelhos incomodem, que o sol apareça no dia que você tanto aguarda, que sair da dieta não interfira na sua silhueta, que você tenha a oportunidade de ajudar alguém que esteja precisando, que ouça agora mesmo a música que você mais gosta, que os amigos que se sentiram magoados façam a gentileza de colocar uma pedra no assunto, que o vinho branco esteja indecentemente gelado, que o livro que você está lendo mantenha-se interessante até o fim, que você encontre um presente baratinho, que por alguns minutos você esqueça os problemas do país, que você se reconheça bonito ao se olhar no espelho e que tenha um feliz Natal.

Que você encontre o anel dos seus sonhos numa feira de rua, que pegue o último canapé do prato sem culpa, que reze mesmo sem crer o suficiente, que não dependa de companhia para viajar, que não perca muito tempo se arrependendo, que deixe a vida um pouco nas mãos do destino, que reveja fotos antigas, que tome um banho de mar inesquecível, que vá à luta por uma camiseta que seja a sua cara, que transe com alguém bem legal, que segure dentro da boca uma maldade, que chore sem ficar com o rosto inchado, que o checkup não acuse nada, que ganhe dois ingressos para o show do ano e que tenha um feliz Natal.

Que você pare um pouco de reclamar, que em tudo perceba alguma graça, que resolva ir caminhando em vez de tirar o carro da garagem, que use de uma vez aquela camisa escandalosa ou doe para uma escola de samba, que escute ambos os lados antes de distribuir acusações, que um WhatsApp salve o seu dia, que encontre uma nota de R$ 50 no bolso da calça que está indo para a lavanderia, que te convidem para passar o Carnaval num lugar incomum, que tire bom proveito da insônia, que suma a espinha maldita que apareceu no nariz, que o dia termine sem nenhum contratempo e que tenha um feliz Natal.

Que você não leve um tombo na escada, que não fique preso no elevador, que não perca o chinelo de dedo na praia, que a chuva não estrague seu cabelo, que você mentalize que tudo pode ser simples, que pense duas vezes antes de fazer uma tatuagem no rosto, que vá para Londres sem mais nem menos, que sua barriga pare por aí, que consiga pagar em dia seu seguro-saúde, que você descubra o prazer de uma lanchonete de beira de estrada, que quando pedirem uma opinião sincera você não caia nessa, que entre fazer a coisa certa e a coisa errada você escolha fazer a coisa certa, que não subestime a importância das trivialidades e que tenha um feliz Natal.

É o que desejo pra você dentro do espírito de generosidade abundante que a data inspira.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

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Feliz Natal a todos os moradores,
vizinhos e familiares do
PLAZA BOURBON.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015


Damos ciência a todos os condôminos que as leituras dos relógios de água e de gás, a pedido da Administradora foi realizada nesta data 13/12/2015, praticamente uma semana antes do dia normal que ocorre no dia 18 de cada mês.

Assim é possível que o consumo fique reduzido no boleto para pagamento em Jan/2016, o que no Boleto de Fev/2016 será compensado, vez que terá o consumo de uma semana a mais.

COLETA DE LIXO

Foi fixado no mural na entrada do prédio os dias de recolhimento de lixo pelo DMLU, na nossa rua.

Nas segundas, quartas e sextas a partir das 17h é recolhido o lixo orgânico.

Nas quartas e sábados até as 8h é recolhido o lixo seco.

Nas segundas e sextas a faxineira após a realização da limpeza, já coloca o lixo para fora. ficando pendente nas quartas a colocação do lixo orgânico e o lixo seco, nas manhãs de quartas e sábados.

Excepcionalmente nesse períiodo de férias, se por alguma razão o Síndico não estiver, tampouco o Vice- Sindico, será solicitado para algum condômino que colabore no sentido de colocar o lixo para fora, para que não fique retido nos tonéis la na frente.

att

Síndico.


domingo, 13 de dezembro de 2015

Consumo de água

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Individualização de hidrômetros ajuda a economizar até 40%

Cobrança individual de água em prédios reduz consumo em até 40%

Procura saltou em 2015 com necessidade de economia de água. Preços de medidores variam conforme condições do condomínio.
 
A falta de água nas grandes cidades está ajudando a aumentar o serviço das empresas que medem o consumo individual em condomínios. Prédios que instalaram hidrômetros em cada apartamento passaram a economizar água em até 40%, relatam ao G1 profissionais responsáveis pela medição.
 
Na maioria dos prédios – com sistema hidráulico unificado – o consumo de água é medido de forma coletiva e todo o uso é rateado entre os moradores. Esse sistema não permite saber quem consumiu mais e quem economizou, nem cobrar mais de quem gastou a mais.
 
O serviço individualizado instala medidores em cada apartamento e permite separar as contas de água por unidade, permitindo a gestão do consumo individual.
 
A procura pela instalação dos medidores saltou em 2015. Na Ista, que atende condomínios em São Paulo e no Rio de Janeiro, o número de interessados pelo serviço cresceu em média 60% nos quatro primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2014.
 
Na alemã Techem, o número de pedidos de orçamento convertidos no serviço subiu 25% no último ano fiscal, de março abril. A empresa, a maior do país a fazer a medição, cuida de 107 mil medidores em condomínios de quatro estados.
 
Conta separada e economia de água

A cobrança separada pelo consumo de água nos prédios está ajudando a reduzir o consumo total nos prédios, avaliam os técnicos que prestam o serviço. Foi o que aconteceu no condomínio Spazio Bonfiglioli, em Jundiaí, no interior paulista.
 
Nos 258 apartamentos, o consumo caiu até 40%. O uso de água por apartamento foi reduzido de 29 m³, em 2011, para 9,5 m³ no mesmo ano, após a instalação dos medidores, segundo a Techem, responsável pela medição. 
“Quando um morador toma consciência de quantos metros cúbicos gasta por mês, ele normalmente revê seus hábitos e procura verificar onde pode estar havendo algum desperdício, até mesmo por motivos de vazamentos não detectados.”, afirma Bruna Costa, coordenadora comercial da Ista. 
No condomínio Parada de Taipas, em São Paulo, o consumo caiu 28% entre 2008 e 2014, após a medição individualizada nas unidades: passou de 2.619 m³ para 1.903 m³ nos 196 apartamentos do prédio. 
“Quando cada um passa a pagar pelo que consome, observamos que a média do consumo passa a cair pelo menos 15%, porque os que já economizavam continuarão economizando e quem usava mais água passa a economizar pra reduzir a conta”, explica o diretor-geral da Techem, Eduardo Lacerda. 
Custo dos medidores

Os preços dos hidrômetros têm caído gradualmente nos últimos anos, o que também ajudou a aumentar a adesão pelo serviço nos condomínios, além da necessidade de economizar água, relatam as prestadoras do serviço.
 
O custo da instalação varia com as condições de cada condomínio. Os mais novos – com até sete anos – geralmente já foram preparados pelas construtoras para fazer a individualização, explica Bruna Costa, coordenadora comercial da Ista. Nestes prédios, o custo individual do aparelho é de R$ 350,00, em média.
 
Já os condomínios mais antigos – com idade acima de sete anos – geralmente não estão preparados para essa adaptação (pois levam a água aos cômodos dos apartamentos por estruturas diferentes). Nestes casos, o valor médio é de R$ 450 por ponto instalado no apartamento, que deve ser feito em cada cômodo.
 
Lacerda, da Techem, acredita que os preços desses aparelhos tende a cair nos próximos anos, o que deve baratear ainda mais a instalação nos apartamentos.
 

Como funciona serviço

Para o diretor de relações institucionais da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Eduardo Zangari, a individualização do sistema hidráulico é uma tendência que deve se consolidar nos condomínios. “Se você paga a conta de luz separada, não tem motivo para ratear o consumo da água”, diz.
 
Pelo serviço, o condomínio pode optar por escolher uma empresa especializada que faz a medição em cada apartamento mensalmente e envia os boletos com os valores que cada unidade gastou. Essas empresas cobram uma mensalidade pelo serviço, que costuma ser embutida na conta do condomínio. A cobrança fica em torno de R$ 5 por unidade.

Eficiência energética

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Medidas simples podem ajudar condomínio a economizar luz

Mudanças simples reduzem a conta de luz

Condomínios podem ter economia de até 50% com a troca de equipamentos
 
A tarifa de energia elétrica aumentou e o brasileiro já sentiu o peso na conta de luz. Para quem mora em condomínio residencial, não adianta cuidar apenas do próprio apartamento, os desperdícios em áreas comuns também podem trazer surpresas desagradáveis no fim do mês. Mas contornar o aumento tarifário é possível. Com reformas estruturais e mudanças no consumo dos moradores, alguns síndicos já conseguiram até mesmo reduzir os gastos com energia
 
A primeira medida é a substituição das lâmpadas comuns por modelos de LED, que aparentemente têm investimento alto, mas com retorno na forma de economia bem rápido. O custo de uma lâmpada deste tipo é recuperada em poucos meses. Outra forma de economizar em energia elétrica é a instalação de sensores de presença nas áreas comuns, o que evita que a luz fique acesa sem niguém no ambiente.
 
O elevador é outro vilão do consumo de energia. Mas ele pode ter um uso mais econômico, de acordo com Omar Anauate, diretor de condomínios da Associação das Administradoras de Bens Imóveis (Aabic).
 
"Os elevadores mais novos são mais econômicos porque consomem menos energia e têm um sistema eletrônico inteligente, que manda para o andar o elevador que estiver mais perto."
 
Outras modificações para economizar energia podem ser feitas nos motores das bombas de água e nos sistemas de aquecimento de piscinas (nos empreendimentos que os possuem). Antes de optar pela reforma, porém, o ideal é consultar um profissional especializado. "Quando você tem um furo no cano, você vê a água escorrer pela parede. Mas no caso da energia, o desperdício não é visível", diz o especialista em eficiência energética Aparecido Carvalho.
 

Veja como economizar

Um condomíninio de São Paulo trocou gradualmente as 72 lâmpadas das áreas comuns e reduziu os gastos praticamente à metade. A conta que antes era de R$ 3.700 chegou a R$ 1.800. O investimento nos produtos e mão de obra foi de R$ 11 mil. A troca foi encerrada em março e o condomínio já conseguiu 70% dos gastos de volta com a economia na conta de luz
 
A tarifa de energia é mais cara entre 17 e 21 horas, por essa razão é mais produtivo que os elevadores sejam ligados no gerador (se houver) no período da noite
Mais baratas e efetivas que reformas estruturais ou adaptações, são a revisão e manutenção. “Não existe melhor prevenção do que fazer uma revisão periódica nas instalações", diz o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Hubert Gebara 
O especialista em eficiência energética Aparecido Carvalho relembra que as instalações elétricas têm vida útil. 
"Cabos velhos podem exigir mais energia do que o necessário. Uma simples manutenção nos cabos e quadros de energia já resulta em economia" 
Serviços mais simples, como a troca das lâmpadas, podem custar em torno de R$ 5 mil (variando conforme o tamanho da área comum e do condomínio) e trazem uma economia média de 20%. "Quando as modificações são maiores, a economia pode chagar a 50%

sábado, 5 de dezembro de 2015


Parabéns a todos os condôminos voluntários que 
de um jeito ou de outro realizam ações sociais.


Os 10 Mandamentos do Síndico de Sucesso

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Hábitos e atitudes fundamentais para gerir condomínios com sucesso

Os 10 Mandamentos do Síndico de Sucesso
A função de síndico requer muitas habilidades diferentes, e é bastante complexa. Por isso, é preciso ter os procedimentos e ferramentas adequados.
Para ajudar nesta tarefa, o portal SíndicoNet faz aqui um resumo de observações colhidas ao longo dos últimos anos, a partir dos acertos e dos erros relatados por síndicos, condôminos e profissionais da área.


Os 10 Mandamentos

  1. Limitar o desgaste
  2. Dividir funções e responsabilidades
  3. Conhecer a legislação
  4. Organização
  5. Perceber as demandas
  6. Autoridade sem autoritarismo
  7. Conhecer bem o condomínio
  8. Agir com criatividade
  9. Nunca descuidar da manutenção
  10. Boa estratégia de comunicação 

1) LIMITAR O DESGASTE

É essencial limitar horários para sua atuação, orientando inclusive o zelador e os porteiros a não dirigir reclamações por interfone. Em assembleias, ou quando surgem problemas de convivência no dia-a-dia, não tomar parte em discussões nem alimentá-las.
Dicas:
  • É preferível enviar por escrito advertências e avisos de multa por infração ao Regulamento.
  • Não receber reclamações por telefone ou interfone. Deixe um livro de sugestões e críticas com o zelador, e oriente-o a aconselhar os condôminos a registrar suas queixas, e avisá-lo das ocorrências.
  • Estipule e deixe claro horários e formas de atendimento aos condôminos 
  • Discussões agressivas em assembleias devem ser esvaziadas. O presidente da mesa deve encaminhar a questão em conflito rapidamente para votação, e os discordantes da decisão devem ter seu protesto registrado em ata.

2) DIVIDIR FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

É sempre conveniente limitar o máximo possível o trabalho do síndico, contando com uma empresa administradora ou escritório de contabilidade.
Por outro lado, dividir responsabilidades e funções é dividir poder, ou seja, envolver os condôminos na gestão da coisa comum. Decisões importantes devem ser tomadas pela assembleia. O síndico é o Poder Executivo do condomínio, ou seja, ele executa o que todos determinaram.  Assim, o síndico não será "crucificado" caso aconteça algum problema.
Dicas:
  • Estimule a criação de comissões de condôminos para assuntos específicos, como obras, segurança, lazer etc. A comissão fará a triagem do que é preciso ser feito, levantamento de materiais, orçamentos, para que a assembleia faça a escolha com mais respaldo.
  • Envolva o conselho e o subsíndico na administração, realizando reuniões a cada semana, 15 dias ou no máximo 1 mês.

3) CONHECER A LEGISLAÇÃO

Tudo o que o síndico faz tem de estar respaldado pelas leis e pela Convenção Condominial. Deveria ser o primeiro ato de uma gestão uma leitura atenta destes textos, que não são muitos. Eles já trazem pronta a solução para os principais conflitos que podem ocorrer. Basta aplicar corretamente.
Dicas:
  • Tenha sempre uma cópia da Convenção e do Regulamento Interno do seu condomínio.
  • A legislação que rege a vida condominial está praticamente toda em um capítulo do Código Civil, que você pode acessar facilmente aqui no portal SíndicoNet, bem como outros textos legais necessários.

4) ORGANIZAÇÃO

O síndico não pode ser "inimigo dos papéis". Os condomínios necessitam muita documentação que necessita, legalmente, ser arquivada: notas fiscais, documentação trabalhista, atas de assembleias.
Como também é preciso controlar muitos setores simultaneamente (segurança, inadimplência, funcionários etc.), é aconselhável ter planilhas onde se registre o andamento de cada questão pendente.
Além disso, para lidar com o dinheiro comum (e depois, como exige a lei, prestar contas anualmente), é preciso saber exatamente o que está sendo gasto em quê, e ter uma previsão orçamentária. 
Dicas:
  • Mantenha o hábito de arquivar um documento assim que recebê-lo
  • Controle os setores do condomínio com planilhas em Excel, de fácil manejo e muito úteis, dividindo-as por tópicos (manutenção, funcionários, previsão orçamentária, inadimplência, demonstrativo financeiro etc.)

5) PERCEBER AS DEMANDAS

É importante ter uma percepção concreta do que os condôminos pensam sobre os serviços do condomínio, sobre o que eles desejam de melhorias, o que não está sendo feito e é necessário.
Dica:

6) AUTORIDADE SEM AUTORITARISMO

O síndico "linha dura" sempre acaba criando mais descontentamento do que ordem. É preciso fazer os condôminos cumprirem o que é determinado pelas leis e pela Convenção e o Regulamento Interno, é claro, além das decisões soberanas da assembleia. Mas o síndico não deve criar regras, apenas executá-las, deixando isso claro para a comunidade condominial
Dicas:
  • Afixar cópia do Regimento Interno em área social
  • Enviar comunicados das decisões da assembleia para todos os condôminos, em até 1 semana.

7) CONHECER BEM O CONDOMÍNIO

Isso inclui os funcionários, a estrutura da edificação, e os condôminos.

Dicas:
  • Faça uma inspeção na edificação, acompanhado pelo zelador, pelo menos uma vez por mês. Assim você poderá visualizar a situação em cada andar, no topo do edifício, na sala de máquinas etc.
  • Converse com os funcionários sempre que possível, para saber do andamento de seus trabalhos, problemas com condôminos e outros funcionários.
  • Mantenha um cadastro de moradores.

8) AGIR COM CRIATIVIDADE

Tente descobrir soluções a partir das condições do condomínio. Em condomínios com muitas crianças, é possível envolvê-las em uma campanha de reciclagem, por exemplo; em condomínios com muitos idosos, organizar ações para a terceira idade em áreas comuns pode ser muito estimulante para esses moradores.
Dicas:

9) NUNCA DESCUIDAR DA MANUTENÇÃO

O jardim é um caso claro: quando o condomínio não contrata por muito tempo uma empresa de paisagismo ou um jardineiro para a manutenção, acaba gastando muito mais, porque vai ter de reformar todo o jardim. O mesmo acontece com os equipamentos e a estrutura do condomínio, como: tubulações, elevadores, portões, lajes, pára-raios, infiltrações, trincas, sistema de segurança, etc. 
Dica:
  • Ter contratos de manutenção com empresas especializadas: interfones, bombas d'água, elevadores, portões eletrônicos.
  • Evite desperdícios e gastos equivocados. Muitas obras e/ou manutenções são mal dimensionadas e acabam por apenas camuflar um problema, gerando um gastgo maior no futuro.

10) BOA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

Não basta ser eficiente e honesto, é preciso que os condôminos sejam lembrados disso. Os síndicos devem comunicar-se sempre com os condôminos, mostrando o que está sendo realizado e o que está sendo feito com o dinheiro do condomínio. 
É importante se comunicar com muita clareza, desde o recadinho de duas frases afixado no elevador até, eventualmente, o jornal do condomínio.
Dica:
  • Enviar balancete mensal. Consultar os condôminos para verificar se estão entendendo as informações.
  • Discutir com o conselho e o subsíndico as mensagens a serem afixadas ou enviadas para os condôminos, com o intuito de ser o mais claro e objetivo possível, evitando qualquer mal-entendido.
  • Crie informativos mensais no seu condomínio
Saiba mais: