quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Dia do Vizinho 

O Dia do Vizinho é comemora anualmente em 23 de dezembro no Brasil. A data homenageia a preciosa relação de "amor e ódio" entre os "companheiros de porta"; os companheiros que compartilham a mesma rua ou o mesmo prédio.

Nas grandes metrópoles o sentido "clássico" de vinhança foi perdido, devido ao medo e a insegurança que ronda nas cidades grandes. Muitas famílias ou indivíduos, quando se mudam, passam vários meses ou anos até conhecer e começar a manter algum tipo de relação com o seu vizinho.

Porém, nas cidades pequenas ou bairros do subúrbio, por exemplo, as relações com a vizinhança são normalmente mais comuns. Os vizinhos acabam fazendo parte do dia-a-dia do indivíduo.

Mensagem para o Dia do Vizinho

"Uma boa convivência social pode começar com uma simples gentileza. Cumprimente, dialogue, cultive a amizade e o respeito com seu vizinho. Ele pode ser mais do que alguém que simplesmente mora ao seu lado!"

"Vizinhos bons são aqueles que nos dão bom dia! Feliz dia do vizinho, meu amigo!"

Origem do Dia do Vizinho

Existem algumas divergências sobre a data correta para comemorar o Dia do Vizinho no Brasil.  A maioria dos estados brasileiros celebra o 23 de dezembro, no entanto, não existe uma justificativa concreta para a escolha desta data.

Em outros lugares do país, os vizinhos comemoram o seu dia em 20 de agosto, em homenagem à figura da poetisa Cora Coralina. Cora Coralina era natural de Goiás e o tema central de suas poesias eram os seus vizinhos. Por causa de seu amor pela vizinhança, o dia 20 de agosto (data de seu nascimento), se transformou em Dia do Vizinho em Goiás.

sábado, 29 de junho de 2024


29 DE JUNHO DE 2024
J.J. CAMARGO

Quando a crise foi sanitária, a distribuição do sofrimento, ainda que mais equânime na origem, logo adiante restabeleceu o desequilíbrio, quando a boa condição econômica dos privilegiados permitiu socorro hospitalar em unidades de terapia intensiva mais sofisticadas, onde as mortes evitáveis puderam ser evitadas.

Mas como o tema da desigualdade se presta para todo tipo de discurso, seja ele solidário, assertivo, hipócrita ou demagógico, vamos tratar de depurá-lo, eliminando o viés político, com o objetivo primordial de isenção.

No intuito de entender um pouco mais as razões do acontecido, surpreende a abundância do inexplicável, pois quase nada se encaixa quando se evocam as causas da catástrofe climática. E que foram, segundo os entendidos, terrivelmente negligenciadas, apesar de facilmente identificados pelos profetas do acontecido como fatores predisponentes. 

Claro que ninguém se deu ao trabalho de explicar por que um fenômeno idêntico ocorreu em 1941, quando nenhum dos tais agentes causais estava presente e a natureza ainda não tinha os ranços atuais de vingança. Naquele tempo em que a gente, com a inocência desprotegida, até considerava o ruído da chuva como um doce entorpecente dos céus.

A esperança fantasiada

Treinado a cuidar de pessoas que sofrem, me limito a tentar entender de onde elas tiram tanta submissão. Persistem batalhando pela sobrevivência, mesmo depois de ter perdido a casa em setembro do ano passado, buscado força para reconstruir e mobiliar, e neste maio que não precisava ter existido ver outra vez tudo ser arrastado pela correnteza, levando de roldão tudo o que tinha comprado em prestações que terão que ser pagas duas vezes para continuar não tendo um cantinho para onde voltar. 

E ainda encontram motivação para acordar pela manhã na casa emprestada do familiar e sair para o trabalho, com a esperança, fantasiada de certeza, de que as coisas finalmente irão melhorar. _

J.J. CAMARGO

29 DE JUNHO DE 2024
DRAUZIO VARELLA

Embora ignorante em assuntos da economia, sei que equilibrar as contas do governo é muito importante. O problema é que reduzir o orçamento do Ministério da Saúde sem definir as áreas que vão sofrer cortes é irresponsabilidade.

Os sanitaristas e todos os que se interessam por saúde pública são unânimes em reconhecer que o SUS padece de subfinanciamento crônico. Investimos em saúde 9,8% do PIB, número compatível com aqueles dos países da OCDE. No caso deles, no entanto, o sistema público recebe 70% a 80% do investimento total, enquanto aqui a parcela é de apenas 40%. Os 60% restantes ficam por conta das famílias: pagamento de convênio, consultas particulares e medicamentos, entre outros. Quer dizer, os 150 milhões de brasileiros mais pobres que dependem exclusivamente do SUS têm acesso a menos da metade dos recursos. Nesse quesito, perdemos também para o Chile e a Colômbia.

Para cada U$ 1 investido pelo governo, as famílias brasileiras desembolsam U$ 1,13. Em Portugal a relação é de 1 para 0,58, no Reino Unido, 1 para 0,20.

Embora haja espaço para melhorar a gestão, combater o desperdício e a corrupção, é claro que o SUS não conseguirá lidar com novas perdas orçamentárias sem interromper serviços que presta aos mais desfavorecidos. Por essa razão, os digníssimos representantes do povo na Câmara e no Senado que propõem reduzir o orçamento do Ministério da Saúde têm o dever moral de assumir a responsabilidade de declarar quais serviços o SUS será obrigado a cortar. Suponho que os senhores conheçam os principais programas do nosso sistema de saúde.

Temos o maior programa público de imunizações do mundo, o PNI. Qual das vacinas devemos suspender: sarampo, difteria, tétano, covid, poliomielite?

A incorporação ao PNI das vacinas contra o vírus sincicial respiratório que tantas internações e mortes provoca em crianças e adultos, a vacina trivalente contra influenza, contra o vírus Chikungunya e o meningococo tipo B vai nos custar cerca de R$ 3 bilhões.

Podemos economizar esse dinheiro, claro, mas quanto gastaremos com as internações hospitalares para tratamento das complicações pulmonares do sarampo, da gripe, do vírus sincicial e com as afecções reumatológicas provocadas pelo vírus Chikungunya? Quanto sofrerão os que caírem doentes por falta de vacina? Esquecemos das mortes que ocorreram antes da vacinação contra a covid?

Vamos reduzir o número de médicos, enfermeiras e de agentes comunitários que batem de porta em porta para levar cuidados de saúde a cerca de 160 milhões de brasileiros? Reconhecido pela OMS, como um dos maiores programas de saúde pública do mundo, o Estratégia de Saúde da Família nos custa R$ 20,6 bilhões por ano. Economizar essa quantia não será um tiro no pé? Quanto custarão as internações por problemas que poderiam ser resolvidos pela atenção primária, a baixo custo?

Onde mais poderíamos economizar? No programa de distribuição de medicamentos contra o HIV, que revolucionou o combate à epidemia no Brasil? Nas equipes do Resgate, que prestam atendimento às emergências nas cidades brasileiras? Suspender o Programa Brasil Sorridente, que acaba de ser retomado a um custo anual de R$ 10,7 bilhões? 

Vamos preservar dentes íntegros só na boca dos que têm dinheiro para ir ao dentista? Dar fim ao Farmácia Popular e deixar pessoas com diabetes e pressão alta correr risco de ataque cardíaco, AVC, insuficiência renal e cegueira? Acabar com o Mais Médicos e abandonar à própria sorte milhões de brasileiros dos rincões mais distantes?

Por acaso, os senhores que pretendem cortar recursos do Ministério da Saúde lembram que o SUS é o maior programa de distribuição de renda do país, diante do qual o Bolsa Família não passa de uma pequena ajuda?

Diminuir os recursos do sistema único significa aumentar a concentração de renda que envergonha todos nós. Como disse Eugenio Vilaça Mendes, um dos sanitaristas que mais conhece o SUS: "A sociedade ainda não fez a opção definitiva sobre o nosso modelo de assistência à saúde. Dessa opção depende estabelecer o quanto estamos dispostos a pagar por ele". _

DRAUZIO VARELLA

terça-feira, 21 de maio de 2024


Como Ter Saúde Emocional: 

8 Conceitos Fundamentais para Ser Emocionalmente Blindado

Categoria: Saúde e Bem-Estar

Você já parou para refletir sobre a sua saúde emocional e o impacto significativo que ela tem na sua qualidade de vida?

Muito além da saúde física, o nosso bem-estar emocional desempenha um papel crucial em como vivemos, trabalhamos e interagimos com os outros.

Como, então, podemos alcançar e manter a saúde emocional, navegando por entre os altos e baixos do cotidiano?

Este artigo é dedicado a desvendar esse tema intrigante e essencial.

Aqui, discutiremos estratégias eficazes, hábitos saudáveis e ferramentas para ajudá-lo a cultivar e aprimorar a sua saúde emocional.

Mas o que exatamente define a saúde emocional? Como distinguir o estado de equilíbrio emocional de simples momentos de felicidade passageira?

E, o mais importante, quais passos práticos podemos tomar para melhorar a nossa saúde emocional, não só para sobreviver, mas prosperar em um mundo repleto de desafios e mudanças constantes?

De fato, como ter saúde emocional?

Convidamos você a continuar a leitura, aprofundar o seu conhecimento e descobrir o caminho para uma vida mais equilibrada e emocionalmente saudável.

Vamos desvendar juntos como nutrir o seu eu interior e construir uma fortaleza de bem-estar emocional.

O que você descobrirá poderá mudar a maneira como você percebe a si mesmo e o mundo ao seu redor.

Como Ter Saúde Emocional

1. Definição de Saúde Emocional e Sua Importância

2. Reconhecimento e Compreensão Das Emoções

3. Gerenciamento de Estresse e Resiliência Emocional

4. Cultivo de Relacionamentos Saudáveis

5. Autocuidado e Autorreflexão

6. Equilíbrio Entre Vida Pessoal e Profissional

7. Importância da Busca Por Ajuda Profissional

8. Práticas Contínuas Para a Saúde Emocional


1. Definição de Saúde Emocional e Sua Importância

A saúde emocional refere-se ao estado de equilíbrio e bem-estar de uma pessoa em relação às suas emoções, pensamentos e comportamentos.

É a capacidade de reconhecer, compreender e gerenciar as emoções de forma saudável e construtiva.

Envolve também a habilidade de estabelecer relacionamentos saudáveis, lidar com o estresse e cultivar um senso de autoestima e resiliência.

A saúde emocional é fundamental para o bem-estar geral de uma pessoa.

Quando estamos emocionalmente saudáveis, somos capazes de lidar com os desafios da vida de maneira eficaz, mantendo relacionamentos significativos e construtivos e encontrando um senso de propósito e significado.

Além disso, a saúde emocional influencia diretamente nossa saúde física, cognitiva e comportamental.

A importância da saúde emocional pode ser vista em diferentes áreas da vida:

Relacionamentos: ter saúde emocional nos permite estabelecer e manter relacionamentos saudáveis. Quando estamos emocionalmente equilibrados, somos capazes de comunicar nossas necessidades e emoções de forma clara, empática e respeitosa, fortalecendo os vínculos com os outros.

Trabalho e produtividade: a saúde emocional desempenha um papel crucial no local de trabalho. Estar emocionalmente equilibrado nos permite lidar com o estresse, tomar decisões eficazes, manter a motivação e o foco, além de promover a criatividade e a resolução de problemas.

Autocuidado e qualidade de vida: a saúde emocional está intrinsecamente ligada ao autocuidado e à qualidade de vida. Ao cuidar das nossas emoções, somos capazes de gerenciar o estresse de forma saudável, desenvolver resiliência, encontrar prazer nas atividades cotidianas e estabelecer limites saudáveis, garantindo assim um equilíbrio entre as diferentes áreas da vida.

Além disso, a saúde emocional desempenha um papel fundamental na prevenção de problemas de saúde mental, como a ansiedade e a depressão.

Ao reconhecer e abordar precocemente as questões emocionais, podemos diminuir o risco de desenvolver condições mais graves e melhorar a qualidade de vida de forma significativa.

Em suma, a saúde emocional é essencial para viver uma vida plena e satisfatória.

Ao investir em nosso bem-estar emocional, podemos desfrutar de relacionamentos mais gratificantes, maior produtividade, uma maior sensação de propósito e uma maior capacidade de enfrentar os desafios da vida.